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Reunião estranha em carceragem da PMMA pode causar reviravolta no assassinato dos adolescentes

Guimarães e Hamilton Caires: reunião estranha na cela do quartel da PMMA

Pode ter uma reviravolta surpreendente e bombástica o triplo homicídio de que foram vítimas os jovens Gustavo Feitosa Monroe (18 anos), Joanderson da Silva Muniz (17) e Gildean Castro Silva (14), assassinados a tiros na comunidade Mato Grosso (Maracanã), zona rural de São Luís, no dia 4 de janeiro último. Isso caso a Secretaria da Segurança, por meio da Superintendência de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP), decida investigar uma informação exclusiva obtida por O INFORMANTE, na tarde dessa quinta-feira.

Trata-se de uma estranha visita do agente penitenciário Cláudio Márcio T. Guimarães, que pertenceu ao CTA (Centro Tático Aéreo), ao soldado Hamilton Caires Linhares, da Companhia de Operações Especiais – COE, que está preso no Comando Geral da PMMA. Hamilton é acusado de ter atirado nas vítimas e Guimarães, que é um dos integrantes da equipe de servidores públicos (policiais e agentes) que fazia segurança clandestina nas obras do programa Minha Casa Minha Vida para a empresa Ostensiva, contratada pela Caixa Econômica Federal, foi citado em depoimentos tomados sobre os crimes.

Intimado pela Delegacia de Homicídios, por meio de ofício encaminhado ao secretário de Administração Penitenciária, Murilo Andrade, para prestar depoimento, na próxima semana, sobre o assassinato dos jovens, o agente Guimarães teve uma estranha reunião com o soldado Hamilton Caires em sua cela, no Quartel da PMMA, na última segunda-feira, dia 14. Há suspeita de que Guimarães tenha ido conversar com Hamilton Caires sobre uma situação bem maior que pode estourar nesse caso a qualquer momento, com possível desdobramento para ‘queima de arquivo’. Cabe à Delegacia de Homicídios investigar a ‘pauta’ da reunião entre Hamilton Caires e Guimarães.

 

 

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