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Relator da Lava Jato determina que Lula seja mantido preso

Defesa de Lula tentou o ‘golpe do plantonista’, mas ele vai permanecer preso na carceragem da PF em Curitiba

O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato em segunda instância, determinou que não seja cumprida a decisão do desembargador mandou soltar o ex-presidente Lula, que está preso em Curitiba (PR), desde março, após ser condenado a mais de 12 anos no caso do tríplex do Guarujá (recebido pelo ex-presidente como propina da empreiteira OAS).

“Determino que a autoridade coatora e a Polícia Federal do Paraná se abstenham de praticar qualquer ato que modifique a decisão colegiada da 8ª Turma”, diz o texto.

Na manhã deste domingo (8), o desembargador federal plantonista Rogério Favreto decidiu conceder liberdade a Lula.

Em seguida, o juiz Sérgio Moro afirmou que o desembargador não tem competência para mandar soltar Lula. De acordo com o magistrado, caso ele ou a autoridade policial cumpra a decisão, estará “concomitantemente” descumprindo a ordem de prisão do Colegiado da 8ª Turma do TRF-4.

Após a decisão de Moro, Favreto reafirmou sua decisão de soltar o ex-presidente, o que agora foi revertido por Gebran Neto.

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