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Presença do delegado da ‘Boi Barrica’ é sinal de Lava Jato forte

Foto: Reprodução

Apesar da tentativa vexatória de Lula, de politizar até a morte da mulher para desqualificar a Operação Lava Jato (que está em seus calcanhares), o combate à corrupção no país, representado pela operação, não dá mostras de enfraquecer.

Uma das garantias disso é a presença do delegado federal Márcio Adriano Anselmo à frente das diligências.

Márcio Adriano, vale lembrar, foi um dos delegados responsáveis pela Operação Boi Barrica (rebatizada Faktor), que, de 2007 a 2008, investigou o empresário maranhense Fernando Sarney, filho do ex-presidente da República e ex-senador José Sarney.

Fernando chegou a ser indiciado pela PF por formação de quadrilha, gestão de instituição financeira irregular, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Porém, em 2011, o STJ anulou a maioria das provas da Boi Barrica, obtidas por interceptações telefônicas e de e-mails.

O risco disso ocorrer com a Lava Jato é zero, pois a Lei 12.850, das Organização Criminosas, de 2013, regulamentou todos os mecanismos modernos de investigação. “A quebra de sigilo bancário e fiscal, a interceptação telefônica e de e-mails, a cooperação internacional e a colaboração premiada são pilares que andam juntos numa investigação como a da Lava Jato”, disse Márcio Adriano Anselmo numa entrevista ao Estadão.

 

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