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Possibilidade de repercussão internacional é mínima com novos rumos das investigações sobre morte de índios

A preocupação do governo com uma possível repercussão internacional pela morte dos índios Firmino Praxedes e Raimundo Guajajaras, sábado, 7, no município de Jenipapo dos Vieira, pode deixar de existir diante dos rumos que devem tomar as investigações, a cargo da Superintendência da Polícia Federal do Maranhão, do atentado que deixou ainda quatro índios feridos.

Os indígenas voltavam de uma reunião de articulação onde debatiam a defesa de seus direitos, quando houve o ataque, praticado por ocupantes de um palio (ou celta) branco.

Um BO (Boletim de Ocorrência registrado dias atrás na delegacia de polícia de Barra do Corda e um vídeo em poder da polícia com uma fala de uma testemunha do atentado no local dos crimes devem nortear as investigações da PF, que recebeu as informações da Polícia Civil do Maranhão.

Na manhã dessa segunda-feira, 9, o governador Flávio Dino se reuniu com o secretário da Segurança, Jefferson Portela, e com o comandante da PMMA, cel. Ismael, e foi colocado a par de todas as informações sobre a morte dois dois índios.

O Jornal Pequeno obteve as informações sobre o Boletim de Ocorrência registrado na delegacia de Barra do Corda e também a respeito do que disse a pessoa que chegou ao local logo após o atentado. No entanto, a pedido da própria SSP, para preservar as investigações, aguarda o desenrolar dos trabalhos para levá-las a público.

Adianta, porém, que tudo indica que o atentado que resultou na morte de Raimundo e Firmino Praxedes Guajajaras não tenha ligação com conflitos existentes na área, principalmente com madeireiros. Vingança seria a hipótese mais provável.

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