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Porteiro que aparece em áudio no Caso Marielle não é o mesmo que diz ter falado com ‘seu Jair’

A vereadora carioca do PSOL Marielle Franco foi executada, com seu motorista, em março

O porteiro que registrou a casa do presidente Jair Bolsonaro como destino do acusado de matar a vereadora Marielle Franco e prestou dois depoimentos não é o mesmo que aparece no áudio divulgado pelo vereador Carlos Bolsonaro e periciado pelo Ministério Público. A divergência foi descoberta pela Polícia Civil do Rio. Investigadores querem ouvir novamente o funcionário. As mortes de Marielle e do motorista Anderson Gomes completaram 600 dias hoje.
A referência a Bolsonaro fez representantes do MP consultarem o Supremo Tribunal Federal sobre a continuidade da investigação no Rio. Um dia após reportagem mostrar a citação, o MP afirmou ter periciado registros de voz da portaria e concluído que o porteiro mentiu em depoimento, quando disse que “seu Jair” teria autorizado entrada do ex-policial Élcio de Queiroz no condomínio horas antes da morte de Marielle. A perícia foi feita a partir de um CD, e não de equipamentos da portaria. No último sábado, Bolsonaro disse que pegou toda a memória da secretária eletrônica “antes que fosse adulterada”. (O Globo)

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