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Pichador ‘Palestino’ vira “inimigo público número 1” em Teresina

Foto: Reprodução

Após a prisão, no dia 10, do já famoso pichador Samuel Ali Silva Haroon, 20 anos, o “Palestino”, que gerou grande polêmica em Teresina – principalmente na internet, com geste apoiando ou condenando a detenção –, a Polícia Civil do Piauí defende a sua ação e diz que o jovem era o chefe de uma “quadrilha de pichadores” que agia na capital piauiense. Quase um ‘inimigo público número 1’.

Segundo informou a Delegacia de Prevenção e Repressão a Entorpecentes (Depre), na casa de Palestino (que tem seu apelido pichado em dezenas de imóveis, por toda Teresina), foi encontrada a prova de que Palestino é “chefe de bando”: uma lista de compras de sprays e tintas, e junto a ela os nomes de outros praticantes da atividade. Nenhuma droga foi achada, apesar de a polícia garantir que “Palestino” fez “apologia do consumo de maconha” pela internet.

A prisão de “Palestino” teve grande repercussão e chegou a estar nos trending tops (assuntos mais comentados) locais.

Nesta segunda-feira (13), até o secretário de Segurança do Piauí, Fábio Abreu, pronunciou-se sobre o caso, informando que a polícia “fez o s trabalho e agiu dentro da legalidade”.

Já os advogados de “Palestino” querem que ele cumpra medidas alternativas, em vez da prisão.

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