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Ordem de serviço para a reforma da Rua Grande é assinada sem presença de representante dos comerciantes

(Foto: Reprodução)

Finalmente, no final da manhã desta segunda-feira (9), foi assinada a ordem de serviço para a tão esperada reforma urbanística da Rua Grande. A ordem de serviço foi assinada somente com a presença do superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Maurício Itapary; e o Henry Duailibe, proprietário da Ducol, empresa que venceu a licitação para executar a obra.

Durante a assinatura, ocorrida na sede do Iphan, na Rua do Giz, não havia a presença de representantes da Associação Comercial do Maranhão (ACM) nem da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL). As duas entidades representam a categoria que mais tem interesse em ver a Rua Grande revitalizada, os donos de lojas existentes no centro comercial de São Luís, que alegam estar amargando prejuízos devido à atual situação da via.

Toda a obra está avaliada em mais de R$ 31 milhões, mas somente os R$ 6 milhões liberados pelo governo federal estão disponíveis para os primeiros momentos da obra, que devem acontecer em novembro e dezembro, começando pela Praça Deodoro.

Será que, quando for para reformar a Rua Grande, ainda restarão alguns trocados dos R$ 6 milhões liberados pelo presidente Michel Temer?

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