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“Nunca tratei com o PM Paiva sobre possível delação”, diz Jefferson Portela

Jefferson Portela confirmou a prisão do delegado Perdigão

“Nunca conversei com ele sobre uma possível delação premiada nem tive qualquer envolvimento na negociação do acordo firmado na sede do Ministério Público Federal”, disse em nossa, nessa segunda-feira, o secretário da Segurança Pública, Jefferson Portela, ao reagir à acusação feita pelo soldado Fernando Paiva Moraes Júnior de que o teria coagido a fazer delação premiada.
Preso por envolvimento com a quadrilha de contrabandistas desbaratada pela Polícia Civil na zona rural de São Luís, Paiva acusou Portala de tê-lo coagido a incriminar e envolver pessoas com a organização criminosa, dentre elas o deputado Raimundo Cutrim.
Eis a íntegra da nota distribuída pelo secretário da Segurança

“A respeito da acusação feita pelo soldado Fernando Paiva Moraes Júnior de que teria sido coagido a fazer delação premiada, o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, esclarece:
1 – A acusação é mais um crime praticado pelo soldado, preso em flagrante por contrabando e já denunciado pelo Ministério Público Federal por participação de organização criminosa.
2 – Diferentemente do que diz o soldado, nunca conversei com ele sobre uma possível delação premiada nem tive qualquer envolvimento na negociação do acordo firmado na sede do Ministério Público Federal.
3 – O próprio MPF, desmentindo as inverdades ditas pelo acusado em juízo, veio a público esclarecer que participaram da reunião – que se estendeu por mais de oito horas – quatro procuradores federais, um defensor público da união e um delegado da Polícia Federal.
4 – O Ministério Público também afirmou que foi decisão do próprio soldado Fernando Paiva Moraes Junior desconstituir seus advogados naquela tarde e requerer o apoio da Defensoria Pública.
5 – Corroborando a afirmação do procurador Juraci Guimarães, as acusações mentirosas e sem qualquer razoabilidade feitas pelo policial militar e seu advogado visam tão somente conturbar as investigações”.

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