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Moraes determina que Cappelli esclareça a conduta de agentes de segurança em atos golpistas

Flávio Dino era a primeira opção de Lula, mas indicou Cappelli com receio de seu mandato ser questionado

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou que o interventor da União na Segurança do Distrito Federal, Ricardo Cappelli, preste esclarecimentos sobre a conduta dos agentes da Segurança Pública do DF durante os ataques de manifestantes antidemocráticos em Brasília, no dis 8 de janeiro. A ordem está em um ofício enviado pelo ministro a Cappelli

Moraes ainda concedeu ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, um prazo de 10 dias para entregar um relatório parcial de provas colhidas no âmbito dos atos golpistas.

O ministro também pediu a identificação de possíveis investigados com foro privilegiado, como deputados federais, que teriam participação na prática de eventuais crimes.

Moraes também encaminhou ofícios ao ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), e ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Dino foi questionado sobre possível apuração de crimes contra o presidente Lula (PT) no contexto da invasão. Como ministro da Justiça, Flávio Dino é o responsável por requerer qualquer tipo de investigação de crimes praticados contra o presidente.
Rodrigues, por sua vez, tem um prazo de dez dias para entregar relatório parcial das provas já coletadas em relação à invasão.

O ministro também determinou que o relatório identifique possíveis investigados com foro privilegiado, como deputados federais, que teriam atuado na prática de eventuais crimes.

Alexandre de Moraes é o relator do inquérito que apura a autoria dos atos golpistas que resultaram na invasão e na depredação das sedes dos Três Poderes. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi incluído na investigação.

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