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Mais um sumiço de carga, com extorsão de R$ 100 mil, envolve delegado Bardal

Bardal conseguiu habeas-corpus

O delegado Thiago Bardal está sendo investigado por outro fato grave. O caso foi descoberto pela Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor), que, depois de tomar um depoimento que apontou o envolvimento do ex-titular da Seic.

Em agosto do ano passado, a Seic (Superintendência Estadual de Investigações Criminais), na época ainda comandada por Thiago Bardal, apreendeu, num comércio da Cidade Operária, uma carga com aproximadamente 150 caixas de cigarros, prendendo também o dono do comércio. Quando o material chegou na superintendência, segundo o comerciante, o delegado Bardal trancou-se com ele em seu gabinete e teria pedido R$ 150 mil para ‘acabar com tudo’. O dono do comércio disse que não tinha esse dinheiro, sendo o valor, então, reduzido para 100 mil reais. Pelo acordo, o comerciante daria uma parte, como de fato fez, e parcelaria o restante.

O dono do comércio confirmou todas as informações em seu depoimento, afirmando que não teve mais como pagar as parcelas e acabou encerrando o seu negócio. A carga sumiu.

A Secretaria da Segurança abriu procedimento para apurar ‘conduta irregular’ de dirigentes da Adepol, inclusive do presidente da entidade, delegado Marcone Lima, que apoiaram uma decisão de Bardal de não acompanhar policiais civis que foram até a Decop (Delegacia Especial da Cidade Operária) conduzido para depor sobre o novo caso.

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