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Justiça Estadual decreta prisão de Tiago Bardal por novos crimes

Bardal conseguiu habeas-corpus

Prosseguindo com as ações de combate à corrupção, a Superintendência de Combate à Corrupção (Seccor) representou pela Prisão Preventiva do delegado Tiago Matos Bardal, que foi deferida pela 3ª Vara Criminal da Comarca de São Luís. A Representação da prisão do delegado Tiago Bardal foi realizada pelos delegados da Seccor, com parecer favorável do Ministério Público. A nova prisão ocorreu por conta de uma carga de cigarros apreendida no município de Viana, e que se encontra desaparecida e o inquérito nunca foi remetido à Justiça.

De acordo com a equipe de delegados da Seccor, as investigações levaram os policiais a descobrirem que o delegado do município de Viana, após realizar uma apreensão no citado município em 2016, realizou a prisão e a apreensão de um veículo Fiat Ducato, no qual estava uma carga de cigarros. Nesse intervalo, o delegado Tiago Bardal teria ligado para o regional de Viana, e determinado que o delegado não autuasse o acusado, identificado por Egildo Silva Campos. Tiago Bardal orientou ainda que o veículo fosse devolvido ao próprio Egildo Campos e que a carga de cigarros fosse levada para a Seic, em São Luís, onde o próprio delegado a recebeu.

CRIMES DE PECULATO E PREVARICAÇÃO

No ano de 2017, o próprio delegado Tiago Bardal recebeu na Seic, de forma pessoal, 43 caixas de cigarros. As peças cartoriais estavam de certa forma escondidas em seu gabinete, as quais foram encontradas após o ex-superintendente ter sido exonerado do cargo.

Após a saída do delegado Tiago Bardal, a nova superintendente da Seic, delegada Nilmar da Gama, após uma checagem nas dependências do órgão, encontrou peças soltas do procedimento policial, referente ao caso da apreensão das 43 caixas de cigarros, às quais o delegado Tiago Bardal não teria encaminhado para a Justiça.

Em contrapartida, a carga apreendida fora dada como não encontrada, e ou com destino ignorado. O delegado Tiago Bardal está sendo inquirido para responder pelos crimes de peculato e prevaricação, de acordo com o Art. 312 e 319, do Código Processo Penal Brasileiro.

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