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Denúncias levam Defensoria a solicitar informações à SMTT sobre alteração em itinerário de ônibus do João de Deus

A Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE/MA) solicitou, recentemente, uma série de informações à Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) de São Luís sobre alterações repentinas no itinerário do transporte coletivo que atende a comunidade do bairro João de Deus. A providência adotada pela Defensoria se deu após o recebimento de denúncias dos moradores, preocupados, principalmente, com a situação das crianças que agora precisam percorrer mais de um quilômetro a pé para chegar à escola da região.

A ação é uma das várias iniciativas que integram o projeto “Defensoria na Comunidade”, que tem como objetivo prestar serviços relacionados à tutela de direitos coletivos em comunidades carentes de São Luís, bairros de alto adensamento populacional e baixo índice de desenvolvimento humano, como forma de ampliar o acesso à justiça.

Segundo os moradores, o percurso do transporte coletivo que serve o bairro teria sido alterado, por razões desconhecidas, passando a não atender mais o itinerário João de Deus/Aeroporto de forma direta. Ainda conforme apurado, a linha era a única que facilitava o deslocamento dos alunos para U.I. Delio Jardim De Mattos de Ensino Regular Fundamental, localizada na Av. dos Libaneses, bairro Tirirical-Aeroporto.

Conforme a Defensoria, com a mudança, os alunos são obrigados a descer a BR-135 e se deslocarem por uma distância de 1,2 Km até a escola, ficando expostos aos mais diversos riscos. No ofício encaminhado à SMTT, a Defensoria solicita as informações: como as linhas que atendem a comunidade, as razões que justificam a mudança do itinerário da linha, se há a possibilidade de disponibilizar transporte escolar para a região, entre outras questões. Foi concedido um prazo de 10 dias para o retorno por parte da secretaria.

Além da mudança de itinerário, os moradores do João de Deus reclamam da circulação de caminhão de cargas no bairro. Segundo eles, nos horários de pico, de maior circulação, caminhões de carga estacionam em lugares indevidos, gerando grande transtorno, com engarrafamentos e trânsito lento na região.

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