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Adepol presta esclarecimentos sobre fatos citados em matéria do JP

Foto: Reprodução

A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado do Maranhão (Adepol) enviou nota à redação do Jornal Pequeno, na qual a entidade faz alguns esclarecimentos sobre informações contidas na matéria intitulada “Mais um sumiço de carga, com extorsão de R$ 100 mil, envolve delegado Bardal”, publicada na edição do JP desta terça-feira (27). A seguir a íntegra da nota enviada pela direção da Adepol.

“É com o sentimento de extremo INDIGNAÇÃO que a Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado do Maranhão (ADEPOL MA) vê-se impulsionada a vir a público prestar ESCLARECIMENTOS à Sociedade Maranhense visando RESGATAR A VERDADE de fatos maldosamente veiculados em blog’s, na Imprensa Escrita e falada, bem como REPUDIAR veementente a tentativa de jogar a opinião pública contra a nossa respeitada entidade de classe, o que importou em verdadeira atentado à honra dos Dirigentes, Advogado e dos Delegados de Polícia Civil do Estado, fazendo-o pelas razões e nos termos seguintes:

Preliminarmente, informamos que por opção pessoal do Dr. Tiago Matos Bardal a Assessoria Jurídica da ADEPOL não patrocina a sua defesa no processo criminal que tramita na Justiça Federal e nem em nenhum outro procedimento policial que tenha sido instaurado para apura eventual prática de crimes.

Isto posto, esclarecemos que foi aberto Procedimento Administrativo Disciplina conta o mesmo servidor/associado e ontem fomos receber a Procuração do Dr. Tiago Matos Bardal outorgando poderes para que a Assessoria Jurídica da ADEPOL possa dar a devida assistência nos autos do Procedimento Disciplinar (PAD).

Durante a breve estada da ADEPOL na Unidade Prisional da DECOP chegou uma equipe composta de três Investigadores e comunicaram que estavam com um documento para que o Dr. Tiago Matos Bardal prestasse depoimento naquele exato momento na SECCOR, “mas que ele não seria obrigado a ir”. O Interessado perguntou se o seu Advogado particular constituído havia sido notificado para o acompanhar, tendo s policiais responderam que não. Considerando que o investigado nem o seu advogado particular haviam sido regularmente intimados, o Dr. Tiago Matos Bardal respondeu que comparecerá quando seu Advogado também se fizer presente e forneceu o número do Celular do mesmo.

De nossa parte, causa espécie mais essa tentativa REPUGNANTE de criminalizar a atuação legítima e legal de dar assistência a um associado acusado e de querer transforma a Unidade Prisional da DECOP em uma GUANTÁNAMO brasileira no Maranhão, vez que desconhecemos ter a justiça Estadual ou Federal decretado a INCOMUNICABILIDADE do Dr. Tiago Matos Bardal. A Unidade Prisional da DECOP não dispõe de parlatório (sala para receber advogado e visitas), sendo a cela o único local que resta para atendimento.

Não entendemos o medo ou propósito de impedir o Dr. Tiago Matos Bardal de contar com Assistência Jurídica de seu advogado particular no Processo e nos Inquéritos ou da assessoria jurídica da ADEPOL no Processo Administrativo. Esqueceram da imprescindibilidade da defesa patrocinada por advogados?

Quanto a ameaça de instauração de Procedimento administrativo contra dirigentes da ADEPOL por atos praticados ou não em razão do legítimo exercício de Mandato Classista, ASSEVERAMOS que não estamos subordinados ao SSP, que resistiremos sem medo e que recorreremos à Justiça, que trancará, se for instaurado, por ser medida de lídima justiça.   

Por derradeiro, a Associação dos Delegados De Polícia Do Estado Do Maranhão reitera que aguardará o desenrolar das investigações que se iniciaram e acredita que ao final exsurja a verdade.

São Luís MA, 27 de março de 2018

A DIRETORIA”

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