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A precipitação médica e o atual estado de saúde do vice-prefeito Artur Milhomen

Corpo de Artur Milhomen já está em Sucupira do NorteI

No domingo, 11, uma informação precipitada de um médico do Hospital Djalma Marques, o Socorrão I, em São Luís, levou a imprensa eletrônica, especialmente o blog O INFORMANTE, do JP online, a noticiar o falecimento do vice-prefeito de Sucupira do Norte Artur Milhomen, mais conhecido como Artur da Polpa. Em menos de dez minutos, a notícia foi corrigida com outra informação que também não procedia: a de que Artur estava com morte cerebral. Três horas depois, o mesmo médico chamou a família, pediu desculpas e afirmou que o vice-prefeito, embora com um quadro clínico gravíssimo, estava vivo.

Nessa terça-feira, o Jornal Pequeno, por meio de O INFORMANTE, entrou em contato com um vereador de Sucupira, que esclareceu tudo o que houve com Artur Milhomen.

Há cerca de um mês, quando estava em Sucupira do Norte, o vice-prefeito sentiu uma forte dor de cabeça e veio para São Luís, onde fez exames e foi detectada uma mancha escura no cérebro. Cinco dias depois, ele foi submetido a cirurgia (aneurisma) no Socorrão I e liberado, com recomendação médica para que permanecesse em repouso. “Apesar da recomendação, o Artur não seguiu a orientação médica. Continuou em São Luís e não diminuiu o ritmo de trabalho”, disse o vereador. No domingo, Artur da Polpa sentiu novamente uma dor de cabeça muito forte e desmaiou. Quando chegou no Socorrão I, o médico que o atendeu chamou a família e diagnosticou morte cerebral. A informação chegou a Sucupira do Norte como se o vice-prefeito tivesse falecido. Três horas depois, na UTI do hospital, percebeu que o paciente tinha mexido um braço, constatando que ele não estava com morte cerebral. Chamou a família, pediu desculpas e deu a notícia correta.

Artur Milhomen permanece na UTI do Socorrão I, onde ontem tossiu e voltou a mexer um dos braços. A família tenta transferi-lo para o Hospital Carlos Macieira, onde, inclusive, já conseguiu a vaga. Como o estado dele ainda é grave, a transferência depende de avaliação médica.

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